É assim que vivenciamos as celebrações de 100 anos de nosso Instituto,
como Província Schoenstatt-Tabor,
com sede em Atibaia/SP, no Brasil.
São muitas as celebrações organizadas, além dos Santuários e os Centros de Schoenstatt, muitas organizadas e celebradas nas paróquias e dioceses em que atuamos. Por toda parte, o tema é gratidão às Irmãs de Maria e louvores à Mãe de Deus e ao Fundador, por tão abençoados cem anos.
Uma celebração em muitos lugares
“Ao longo destes anos, as senhoras sempre nos ajudaram a viver Schoenstatt no dia a dia, inspirando-nos neste processo de transformação interior e de ardor apostólico pelo carisma da Aliança de Amor. Somos gratos por tudo,” escreve a Família de Schoenstatt, de Vila Mariana, em São Paulo/SP. A Família de Schoenstatt, em Curitiba/PR, elaborou uma novena especial, na qual em cada dia contemplam a característica de uma etapa de nossa história e refletem que lição Deus lhes ensina por meio dessa virtude de nosso Instituto.
Em Londrina/PR, a celebração foi no dia da Aliança, em setembro, e na homilia, o Diretor do Movimento, Pe. Afonso Wosny, destacou a ousadia das primeiras Irmãs e do Fundador em iniciar algo tão novo na Igreja, nossa missão de tornar Maria presente. Eles queriam “que Maria não fosse, no meio do mundo, somente uma imagem, um quadro ou uma estátua, mas, uma presença.” Ele convidou cada participante a se recordar de uma vivência positiva com uma Irmã de Maria e a agradecer pessoalmente.
Muitas vidas tocadas
No Centro Provincial, em Atibaia/SP, a celebração reuniu mais de 2.500 participantes, no dia 20 de setembro. Eles chegaram bem cedo e, na manhã, algumas Irmãs de Maria partilharam a sua história vocacional, juntos rezaram o terço pelas vocações. Muitos familiares das Irmãs vieram especialmente para agradecer e celebrar juntos. Na tarde, de modo dinâmico e criativo, foi apresentada uma síntese da história desses cem anos, com a participação da Família de Schoenstatt e a atmosfera era de muita alegria e gratidão.
“Louvamos a Deus por esses cem anos de história, por tantas graças recebidas e por toda fecundidade que ele concedeu à Família de Schoenstatt por meio da vida, da entrega e da missão das Irmãs de Maria. Ao longo desses cem anos quantas vidas foram tocadas, quantas pessoas puderam encontrar acolhimento, formação e o caminho para Deus, por meio do testemunho e do serviço de tantas Irmãs”, disse um casal representante do Instituto de Famílias, numa saudação.
Cem anos marcados pelos passos de tantas Irmãs
A Santa Missa jubilar, foi presidida por Dom Devair Araújo da Fonseca, bispo da Diocese de Piracicaba/SP, e concelebrada por 9 sacerdotes. Em sua homilia, Dom Devair relaciona a mensagem do Evangelho à história do Instituto das Irmãs de Maria, recorda o testemunho de confiança e ousadia das primeiras Irmãs: “Olhando a história das Irmãs cem anos depois, ali estão as marcas, os passos, as pegadas de tantas que viveram o Evangelho”.
“Aqui no Brasil tem uma belíssima história da presença e da vivacidade das Irmãs de Maria”, disse posteriormente. Ele recorda como as Irmãs acolhem as pessoas, especialmente os peregrinos em seus Santuários, e os ajudam a terem um encontro com Deus. “Nesse dia da celebração dos cem anos, foi muito bonito ver a presença de tantas pessoas, autoridades, que ali estavam para, mais do que prestar a sua homenagem, celebrar este grande acontecimento que é a presença das Irmãs de Maria de Schoenstatt,” lembra o bispo e conclui: “Que Deus continue abençoando esse belíssimo trabalho das irmãs e que cada vez mais desperte no coração de jovens o desejo vocacional e missionário de se juntarem elas, para continuar o trabalho missionário de evangelização, pela presença da Mãe Rainha.”
Cem anos de tantas vidas e com uma missão atual
Várias comunidades de Schoenstatt, ali presentes expressam a gratidão pela presença e atuação de nosso Instituto. Em suas palavras de gratidão, a superiora provincial, Ir. M. Silvia Regina Formagio, expressou sua gratidão a Deus, à Mãe e Rainha, ao Fundador e às primeiras Irmãs. Lembrou que cem anos é construído por muitas vidas e finaliza: “Cem anos se passaram e ainda hoje nossa missão se faz necessária e é atual”.
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