22.12.2020

“Com Ir. M. Emilie ‘vê’: Deus te chama a trilhar um caminho de santidade!”

de Ir. Mariluci Cavalin

XI Caminhada com Irmã M. Emilie

No dia 21 de novembro, às 6h, se reuniram no Santuário Tabor (Santa Maria/RS) grande parte da Juventude Feminina de Schoenstatt de Santa Maria e algumas Irmãs de Maria de Schoenstatt para dar início à XI Caminhada com Ir. M. Emilie. Neste ano a Jufem, motivada pelo ideal, deu início com esta caminhada de oração e sacrifício, seu ano jubilar, abrindo os 75 anos de história do ramo no Regional Sul.

Já na oração de abertura, no Santuário Tabor, oferecemos à Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt nossas contribuições ao Capital de Graças, em gratidão por cada lírio formado nas fileiras de nossa juventude e em ardente súplica por uma nova florescência em nosso jardim lirial. Nossos pedidos e intenções foram colocados na “mala de Ir. M. Emilie”, para que aprendêssemos com ela e pela sua intercessão, a disponibilidade aos planos de Deus sobre o nosso querer.

A Caminhada foi de muita oração, de comtemplar as maravilhas de Deus na criação tão esplêndida que cercava o caminho e também de partilha. Jovens e Irmãs, todas unidas por Schoenstatt e pelo ideal da pureza, puderam dialogar durante a Caminhada, trocar experiências e ensinamentos, formando uma só família: uma Família no coração de nosso Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, e no coração de Deus.

Nos trajetos mais íngremes, pudemos refletir como a vida de busca pela santidade exige de nós, mas que quando temos um objetivo, um ideal, isso nos dá forças. Assim foi com Ir. M. Emilie que disse: “Quero ser santa, custe o que custar”. A comunidade que formamos também nos impulsionava, assim todas seguimos firmes em nossa Caminhada, rumo ao Santuário Tabor Puer et Pater (Itaara/RS).

No caminho, também nos confrontamos com a realidade de um mundo distante de Deus, e que ao mesmo tempo O busca e persegue sem sabe-lo. Por algumas manifestações, percebemos a força do testemunho e do ser contraste, que inquieta corações que tem sede de Deus, e buscam saciar-se nos prazeres venéreos. Foi possível, durante o percurso, entregar novenas de Ir. M. Emílie a pessoas que nos perguntavam o que ‘jovens e religiosas estavam fazendo um sábado de manhã, caminhado quilômetros”.

Ao chegar no Santuário em Itaara, destino final, alegramo-nos em ver a Mãe de Deus em seu Santuário, como que a nossa espera, e mais uma vez depomos tudo ao seu tesouro de graças. Para terminarmos nossa peregrinação tivemos a celebração eucarística, para que como Ir. M. Emílie, também fôssemos fortificadas por Jesus, na Eucaristia.

Na homilia da celebração, Pe. Clécio Almeida, sacerdote da arquidiocese de Santa Maria, indagou-nos se, aquilo que cantamos com ardor no hino da Jufem Brasil é de fato verdade, é sério para nós e o caminho de santidade que nos dispomos trilhar, se “Maria queremos ser”. E este ideal ousado e para mulheres fortes, como ressaltou, incomoda o mundo e não tem por “normal” aquilo que não é da vontade de Deus, o que não condiz com a pureza, por exemplo.

Ao finalizar o XI Caminhada com Ir. M. Emílie, sob o lema

“Com Ir. M. Emílie ‘vê’: Deus te chama para trilhar um caminho de santidade”,

o qual era sempre renovado durante as reflexões da Caminhada, saímos com novo ardor pela missão, com novas forças para desempenhar nossa missão de ser vivos reflexos de Maria no mundo, que precisa novamente descobrir a Deus. Saímos também, com um novo desafio: que nosso ser resplandeça o ideal de que falamos, e que nosso testemunho faça com que muitas jovens encontrem lar em no canteiro lirial da Mãe Três Vezes Admirável.