15.09.2021

Um reflexo do divino –

Ir. Maria Jaci Morais

Um reflexo do divino – um sinal da eternidade

 

“Onde um santo atravessou o limiar para a eternidade, e o céu tocou de certo modo a terra. Ali, o eterno e o terreno entraram em contato permanente” (Pe. Alex Menningen,1969).

 

Deus está em toda parte, apresenta os sinais de seu amor e poder infinitos, em cada pequena e grande obra que encontramos em nosso caminho. A luz do sol, as flores, as estações do ano, as pessoas que amamos, são sinais de seu divino amor e cuidado pessoal para conosco. Em tudo podemos encontrar sinais de eternidade, mas certamente, Deus se manifesta de maneira singular em determinados lugares e pessoas que se disponibilizam filialmente como instrumentos divinos.

O Pe. José Kentenich, por seu ser filial e seu carisma paternal, é o instrumento no qual e pelo qual Deus concretizou seus planos. Por meio dele, nos concedeu o Santuário e a presença atuante de Maria como nossa mãe e educadora.

Um reflexo do amor paternal divino

Muitas pessoas que se encontravam com ele sentiam uma atmosfera divina e experimentavam um reflexo do amor paternal divino. Como alguém pode transparecer tão claramente o divino? Seu profundo amor a Deus e a entrega total a Maria pela Aliança de amor, fez com que o Pe. Kentenich transmitisse pelo seu ser os sinais da eternidade. Seu coração se transformou num Tabor, onde sempre é bom estar.

Uma porta aberta para o encontro com Deus

No dia 15 de setembro de 1968, após a Santa Missa, o Pe. Kentenich voltou ao lar eterno envolto na delicadeza e a sacralidade divinas da hora e do lugar escolhidos por Deus. Um verdadeiro sinal da eternidade que unia a terra ao céu no encontro definitivo entre Deus e seu fiel instrumento.

Assim, ele continua sendo uma porta aberta para o encontro com Deus. O Pai Eterno quis perenizar na eternidade sua missão e continuar revelando sinais da eternidade através do Pe. Kentenich. Seu testemunho é luz para todas as pessoas que procuram o caminho de volta ao lar, ao Pai. Um reflexo do divino, um sinal de eternidade, um instrumento eleito para conduzir os filhos ao Pai.